Pó de tempestades,
por Alfredo Behrens
leer en español Faz uns poucos dias tive ocasião de refletir sobre como me tornei quem eu sou hoje. Ainda não sei ao certo, mas sei que não foi fácil, ou que pelo menos não foi linear.Há uns anos encontrei-me com antigos colegas da escola. O que me surpreendeu é que poderia ter jurado que tinham se transformado em versões infladas dos colegas que eu conheci na escola. Basicamente eram iguais. Ou seja, pouco tinham mudado. Inclusive insistiam em me chamar pelo meu apelido daquela época. Só que eu tinha vivido em muitos países desde então e aquele apodo ficou no primeiro deles, como a pele de uma cobra ao crescer. Esquisito, senti que precisaríamos de um nome diferente para cada etapa das nossas vidas.No colegial eu expressava algumas aptidões para liderança, o que amadureci ao entrar n...







